sábado, 11 de janeiro de 2014

Semana #1

Ano novo, contagem nova!

Pensei, pensei e decidi começar uma nova contagem... As três semanas que cá estiveste de corpo presente deram para fazer um reset nas semanas anteriores e nas nossas saudaditas também!

Por isso, agora, o balanço semanal será feito ao sábado e também porque, verdade seja dita, durante a semana eu não consigo...



Adiante! Semana de início de aulas... Custou! Às crianças e a mim! 

Esta semana fui à casa dos teus pais e estava o teu carro à porta... Bem, deu-me um arrepio na espinha... Já estava novamente habituadinha a ter-te cá, confesso! Mas, é engraçado que me custou menos sentir-te regressar a Timor! Talvez por te sentir bem! 

O Gonçalo entrou em grande! Olha bem o que ele fez... O rapaz gosta de matemática:)






sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Conversas por cá #5

Na cozinha (mãe e três filhos...)

Diz o Gonçalo com ar sonante:
- Joaquim, olha para as tuas orelhas! Parecem as orelhas de um burro...
- Como sabes como são as orelhas de um burro? - pergunta a Carolina
- Olha, sei muito bem... São assim levantadas como o Joaquim fez...


Carolina e Gonçalo na brincadeira, até que, depois de um disparate dele, ela diz:
- És um cromo, Gonçalo...
(silêncio pensativo do Gonçalo)
- Olha, e tu és uma caderneta!







sábado, 4 de janeiro de 2014

Ano novo, velhos hábitos [porque os bons são para manter] - ii

Uma sexta por mês é nossa, só nossa...
As mulheres, mães, esposas juntam-se e são só amigas. As amigas!

Um resolução que fizemos no início do ano passado e que cumprimos religiosamente todo o ano...
Uma resolução que esperamos continuar a cumprir no decorrer deste ano e nos próximos!

Poucos requisitos: uma sexta por mês; seis mulheres; uma mesa para jantar e alguns jarros de sangria; as nossas reflexões, desabafos e gargalhadas; alguns cigarros; os nossos "anjos"...

O de ontem foi também de despedida... Um até já! 
No jantar de julho esperamos ter-te connosco de novo, Clarinha! 

Ano novo, hábitos renovados [porque os bons são para manter]...




sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Ano novo, velhos hábitos [porque os bons são para manter] - i

Os anos passam e nós continuamos iguais... Bem, iguais assim a tender para o melhor na aparência! 
Muito iguais na genuinidade da nossa amizade.

Estamos juntos desde a pré-história, partilhamos as famosas jantaradas, noitadas e afins de solteiros; passamos todas as manhãs de verão a dormir, a hora de almoço e a tarde na praia e a noite na rambóia...; fomos ao casamento uns dos outros (bem, falta um); passamos ritualmente os dias de passagem de ano juntos; assistimos ao nascimento dos sobrinhos (já são sete); e, sempre que nos juntamos há festa!

Passados sensivelmente 16 anos, poder dizer que fazemos tudo o que fazíamos, com a mesma alegria, genuinidade e galhofa é muito bom! 

Ok, trocamos a hora de almoço na praia pela manhã e a regularidade das noitadas por programas em que os miúdos nos possam acompanhar... De resto, mantém-se tudo...

Este ano apreciei os cinco dias que passamos juntos, com a desculpa de passarmos o ano, desta forma... a observar!

Crianças acordadas até às tantas, completamente entretidas nas suas brincadeiras, sem horas para comer, nem dormir! 
Adultos de fato de treino, como cabelo despenteado, cartas na mesa e galhofa o tempo todo... 
Adultos a fazerem mais barulho do que as crianças... 

Que bom!!!!!! 

Depois de receber a energia do natal, em família, começar o ano a contrariar a rotina dos restantes trezentos e poucos dias... 

Ano novo, velhos amigos [porque os bons são para manter]



segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

E então, o fim [ou o recomeço]...

Muitas noitadas e mensagens depois conseguimos terminar...
O sentimento de "dever" cumprido e de missão finda é inexplicável... 

Mesmo a muitos quilómetros de distância fomos capazes de nos ajudar e de nos apoiar... É, sem dúvida, o que me deixa mais feliz! Houve alturas que, no meio dos papéis, dos livros e dos programas estatísticos, pensei que desistiríamos...

Continuamos e concluimos... Com distinção! Não era primordial, mas foi muito bom de ouvir! 

No final, o brinde merecido e o abraço esperado! 
Há abraços que valem etapas e o nosso foi assim... 

Agora, recomeçamos...
Afinal, assim é a vida... 

Ano novo, projetos novos!


segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

O natal que há em mim...

O natal que há em mim...

O natal que há em mim traz-me o cheiro dos doces acabadinhos de fazer, da pinha que o meu pai queimava à porta de casa, o aconchego da manta, do sofá e do abraço de quem me faz falta, a chegada galopante da meia noite e o medo, saudável, que eu sentia a partir de uma certa hora, quando me deslocava pela casa, porque o menino Jesus deixava os presentes no fogão da cozinha...
O natal que há em mim tem “Música no coração”...
O natal que há em mim relembra-me a infância extraordinariamente feliz que tive...
O natal que há em mim acompanha-me todos os dias...
O natal que há em mim é colorido, mas nem sempre é feliz... Porque, na verdade, tenho, durante todo o ano, alguns momentos menos bons e menos felizes, que me lembram que o natal também é isso...
O natal que há em mim torna-me novamente criança na noite de natal... Mas, na realidade, eu gostava que me mantivesse assim todos os dias do ano...
O natal que há em mim ainda tem os cheiros de outrora, a mãe continua a fazer os doces, o pai continua a queimar a pinha, mas o aconchego do sofá não é o mesmo...
O natal que há em mim transfere a criança feliz que fui para as crianças que tenho agora...
O natal que há em mim conhece mal o pai natal, recebe os presentes do menino jesus...

O natal que há em mim alimenta-se da alegria deles, que são, sem dúvida, o melhor de mim...



segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Reencontros

Os reencontros são bons, muito bons mesmo! Nem todos têm a mesma "carga" emocional, nem todos têm a mesma "carga" temporal associada, mas todos eles têm a capacidade de me deixar feliz!

Gosto de reencontros! 
Gosto dos especiais, dos "curriqueiros", dos esperados, dos inesperados... É bom voltar a encontrar... 
É muito bom sentir um reencontro! 
Vê-lo sentido pelos "nossos" é perceber que transmitimos bem o sentir...